Os processos de fabrico transformam matéria-prima em peças funcionais: por deformação plástica (forjamento, estampagem) obtemos resistência; por arranque de apara (torno, fresa) obtemos precisão dimensional; por fundição obtemos formas complexas a baixo custo. Cada processo deixa características próprias – rebarbas, rugosidade ou tensões internas – exigindo acabamento final para garantir função e durabilidade. A leitura correta do desenho técnico e das tolerâncias define qual o processo adequado. Hoje, sistemas automatizados e o Comando Numérico (CNC) integram produção, eliminam erros humanos, reduzem setups e aumentam produtividade e qualidade.